Exclusivo: GAECO passa a atuar na Operação Hígia

Na tarde desta terça-feira (10/07) a assessoria de imprensa da Polícia Cívil do Paraná confirmou: "A pedido do Ministério Público local, a operação Hígia está a comando do GAECO".

A Operação Hígia terá atuação do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), a partir de agora. A confirmação aconteceu na tarde desta terça-feira (10/07), pela assessoria de imprensa da Polícia Cívil do Paraná.

O promotor de Justiça Roberto Tonon Junior que coordena os trabalhos na unidade do Gaeco em Francisco Beltrão, atendeu o jornalismo da Rede Celinauta e confirmou a novidade. Revelou que: " certamente através da utilização do Gaeco com a sua dedicação mais específica será possível fazer com que a operação ande a passos mais largos, tendo em vista o acúmulo de trabalho nas delegacias". Ele não descarta a possibilidade do Gaeco designar um delegado para dar continuidade das investigações.

Tonon explicou também, que além dos oito inquéritos já instaurados, a Operação poderá ter novos desdobramentos: "pela complexidade da operação é muito provável que decorram novas investigações e novos fatos do que foi desvendado" ressalta o promotor.

A entrevista completa com o promotor você acompanha na programação de jornalismo desta quarta-feira (11/07) pela Rádio Celinauta a partir das 07h.

RELEMBRE A OPERAÇÃO:

Setembro de 2017

A Polícia Civil deflagrou, a "OPERAÇÃO HÍGIA", que apura crimes de associação criminosa, fraude a licitações, peculato, concussão, corrupção ativa e passiva, falsidade documental e lavagem de dinheiro, envolvendo servidores públicos e empresários dos Municípios de Pato Branco, Clevelândia e Saudade do Iguaçú; e um vereador de Pato Branco.

O nome da operação é uma referência à mitologia grega: Hígia é a deusa da saúde, limpeza e sanidade.

Foram cumpridos pela Polícia Civil do Paraná e Santa Catarina, com o apoio de peritos da Polícia Científica do Estado do Paraná, auditores fiscais do Ministério Público e fiscais do Conselho Regional de Farmácia do Estado do Paraná, 67 (sessenta e sete) mandados judiciais, sendo 9 (nove) de prisão temporária, 4 (quatro) de afastamento temporário das funções públicas e 54 (cinquenta e quatro) de busca e apreensão domiciliar e/ou empresarial. As cidades onde a operação aconteceu foram: Pato Branco, Clevelândia, Saudade do Iguaçú e Francisco Beltrão em endereços residenciais, empresariais e órgãos públicos.

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